Resenha: O Corvo - Edgar Allan Poe

08 março 2021

 

Editora: Faro Editorial
ISBN: 9786586041453
Ano: 2020
Páginas: 96
Tradutor: Thereza Christina Rocque da Motta
Skoob
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Livro cedido em parceria com a editora

Sinopse: Escrito há quase duzentos anos, esse poema atravessa gerações e continua sendo um marco da literatura mundial. Imprescindível para todos os apaixonados por literatura, O Corvo é considerada a obra-prima de Edgar Allan Poe. Mesmo tendo escrito diversos livros e contos, nenhuma outra história atraiu tantos leitores e tamanho respeito pela crítica especializada. Um homem atormentado pela morte da amada é despertado pelo barulho incessante de um corvo e a trama que se desenrola no poema demonstra tanto a genialidade do autor quanto os demônios que ele carregava. Dizem que a vida imita a arte, mas nesse caso, a arte imitou a vida. O Corvo foi publicado dois anos após a morte precoce da esposa de Poe. E, como muitas vezes acontece, o autor não teve tempo para ver o sucesso de sua obra. Morreu na miséria e sem saber que seu corvo atormentaria muitas outras almas mesmo anos depois de sua morte.

Resenha: Nunca Saia Sozinho (Rory Moore/Lane Phillips #2) - Charlie Donlea

15 fevereiro 2021

Edição: 1
Editora: Faro Editorial
ISBN: 6586041368
Ano: 2020
Páginas: 352
Compre AQUI. - Promoção na Amazon, apenas R$ 24,90.

Livro cedido em parceria com a editora
Sinopse: SE ACEITAR O CONVITE, NÃO IGNORE O AVISO.
Dentro dos muros de uma escola de elite as expectativas são altas, e as regras, rígidas. Na floresta, além do campus bem cuidado, há uma pensão abandonada que é utilizada pelos alunos como ponto de encontro noturno. Para quem entra, existe apenas uma regra: não deixe sua vela apagar ― a menos que você queira encontrar o Homem do Espelho... Há um ano, dois estudantes foram mortos em um massacre terrível. Desde então, o caso se tornou o foco do podcast “A casa dos suicídios”. Embora um professor tenha sido condenado pelos assassinatos, muitos mistérios e perguntas permanecem. O mais urgente é: por que tantos alunos que sobreviveram àquela noite macabra voltaram ao lugar para se matar? Rory Moore, especialista em casos arquivados, e seu parceiro, Lane Philips, começam a investigar a noite dos assassinatos, em busca de pistas que possam ter escapado da escola e da polícia. Porém, quanto mais descobrem sobre os alunos e aquele jogo perigoso que deu errado, eles se convencem de que algo fora do normal ainda está acontecendo. O jogo não acabou. Ele prospera... em segredo, em silêncio. E, para seus jogadores, pode não haver uma maneira de vencer ou de sobreviver.

Resenha: Tudo o que deixamos para trás (Everything #2) - Kerry Lonsdale

04 fevereiro 2021


Edição: 1
Editora: Universo dos Livros
ISBN: 8550304301
Ano: 2019
Páginas: 352
Compre AQUI/ Ebook Kindle AQUI

ALERTA DE SPOILER NA SINOPSE!!!
Sinopse: Dois meses antes de seu casamento, James Donato viajou até o méxico a fim de solucionar uma questão familiar, mas desapareceu em alto-mar e foi dado como morto. Anos depois, ele desperta de um estado de fuga dissociativa e se descobre em oaxacá sob a identidade do artista carlos dominguez, viúvo e pai de dois filhos.
Nesse meio-tempo, a noiva de James, Aimée Tierney, seu grande amor, seguiu a vida sem ele. Neste romance que prenderá a atenção do leitor do começo ao fim, há uma mistura fascinante de mistério, romance e suspense, e a maneira como a autora manipula as expectativas e as reviravoltas certamente causarão fortes emoções à medida que novos caminhos são traçados para cada personagem.

Resenha: Tudo O Que Restou (Everything #1) - Kerry Lonsdale

01 fevereiro 2021

Edição: 1
Editora: Universo dos Livros
ISBN: 9788550303161
Ano: 2018
Páginas: 368
Compre AQUI / Ebook Kindle AQUI

Da autora best-seller da Amazon e do Wall Street Journal — um dos maiores destaques literários da contemporaneidade chega ao Brasil pela Universo dos Livros.
Sinopse: A sous-chef Aimee Tierney detém a receita perfeita para a vida dos sonhos: casar com seu amor de infância, constituir uma família e comprar o restaurante de seus pais. No entanto, quando seu noivo, James Donato, desaparece em um acidente de barco, seu futuro bem planejado é varrido para o mar. Em vez de caminhar rumo ao altar no dia do casamento, Aimee está no funeral de James – um funeral que lhe traz mais instabilidade do que paz.
Enquanto Aimee luta para reconstruir sua vida, ela se aprofunda no desaparecimento de seu noivo. O que ela descobre é um oceano de segredos que a fazem questionar tudo sobre a vida que eles construíram juntos. E logo abaixo da superfície reside uma verdade que poderá libertar Aimee… ou destruí-la para sempre. Uma estreia brilhante com reviravoltas intensas, Tudo o que restou explora a devastação causada por uma perda, além da euforia de reencontrar o amor e as repercussões eletrizantes da descoberta da verdade acerca de nossos entes queridos, e até onde eles são capazes de ir para nos proteger.

Resenha: Vilãs - Organização: Clara Madrigano

18 janeiro 2021

Edição: 1
Editora: Corvus
ISBN: 9788568766217
Ano: 2019
Páginas: 250
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Sinopse: Madrastas. Rainhas más. Princesas injustiçadas. Mulheres traídas. Vilãs nos acompanham desde os primeiros contos-de-fadas, destinadas à derrota para que os heróis possam triunfar.
Agora, vamos conhecer as versões delas. De maçãs envenenadas a vinganças de feiticeiras traídas, a antologia VILÃS desperta o lado mais obscuro da fantasia.


Resenha: Passarinha - Kathryn Erskine

07 janeiro 2021

 
Edição: 1
Editora: Valentina
ISBN: 9788565859134
Ano: 2013
Páginas: 224
Tradutor: Heloísa Leal
Compre Aqui / Ebook Kindle

Sinopse: No mundo de Caitlin, tudo é preto e branco. Qualquer coisa entre um e outro dá uma baita sensação de recreio no estômago e a obriga a fazer bicho de pelúcia. É isso que seu irmão, Devon, sempre tentou explicar às pessoas. Mas agora, depois do dia em que a vida desmoronou, seu pai, devastado, chora muito sem saber ao certo como lidar com isso. Ela quer ajudar o pai - a si mesma e todos a sua volta -, mas, sendo uma menina de dez anos de idade, autista, portadora da Síndrome de Asperger, ela não sabe como captar o sentido. Caitlin, que não gosta de olhar para a pessoa nem que invadam seu espaço pessoal, se volta, então, para os livros e dicionários, que considera fáceis por estarem repletos de fatos, preto no branco. Após ler a definição da palavra desfecho, tem certeza de que é exatamente disso que ela e seu pai precisam. E Caitlin está determinada a consegui-lo. Seguindo o conselho do irmão, ela decide trabalhar nisso, o que a leva a descobrir que nem tudo é realmente preto e branco, afinal, o mundo é cheio de cores, confuso mas belo. Um livro sobre compreender uns aos outros, repleto de empatia, com um desfecho comovente e encantador que levará o leitor às lágrimas e dará aos jovens um precioso vislumbre do mundo todo especial dessa menina extraordinária.

Resenha: Contos Negros - Ruth Guimarães

28 dezembro 2020

ISBN-13: 9786586041392
ISBN-10: 6586041392
Ano: 2020 / Páginas: 128
Idioma: português
Editora: Faro Editorial
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                          Livro cedido em parceria com a editora


Em muitos lugares brasileiros, ainda persiste o costume de contar histórias…

Em geral, em torno de uma fogueira. É só ficar de mão no queixo, sentado em cima das toras, escutando. O círculo das caras atentas arde ao calor das chamas. Todos se voltam para o narrador, num tropismo original. Não é que o tempo esteja sobrando, não é isso. Em verdade, não existe mais o tempo. Acabou-se o seu império sobre os homens. Não se cuida nem da hora, nem do correr dos instantes. O tempo é o fluir da história. Tempo e espaço se contam na vida dos príncipes e das princesas e do seu povo encantado.
Assim, a história vem lenta. Assim, vem comprida. Com repetidos pormenores, cumulativa, misteriosa e sutil, dentro do sutil da noite misteriosa. Transportamo-nos para um outro mundo habitado por duendes e fantasmas, por espíritos bons, pelos bichos que falam. Coisa linda de se ouvir e de se viver. A empatia é tanta, que estamos tão do lado de lá, quanto Alice no país dos espelhos. Dá pena haver crianças que nunca ouviram casos narrados assim.
Estas histórias são, pois, nossas, brasileiras e africanas, genuínas e espontâneas, inventadas pelo povo. Correm por aí (ainda, mas não por muito tempo). Cumpriram e cumprem a contento a alta função principal das histórias: a de entreter. E, através do entretenimento, realizam, certamente, esta coisa extraordinária: predispõem-nos ao amor do Bem, do Belo e do que é Nosso. Mais não lhes poderemos pedir.


Resenha: Polaroid - Di Acordi

24 dezembro 2020

Edição: 1
Editora: Independente
ISBN: B087JWH4C1
Ano: 2020
Páginas: 258
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E-book cedido para resenha pela autora. 
Sinopse: Quando Jade cruza se o olhar com o de Hiram pela primeira vez, seu mundo para. Como se toda uma linha do tempo tivesse se rompido: metade ficando para trás, antes daquele momento, e a outra metade ganhando cores totalmente novas.
O que, é claro, o obriga a se repreender até a morte por permitir que um sentimento tão estranho se apodere de seu corpo, e pior: por causa de um cara que censurava dois minutos antes!
Jade é estudante de fotografia, corresponsável pelo clube de mesmo tema da faculdade. Em certo sábado, é convidado para assistir a um jogo de basquete. O programa que não lhe é nem um pouco atrativo, mas para não rejeitar a gentileza e as boas intenções de Harlan, seu aprendiz do clube, topa.
Uma vez no apartamento do rapaz, tem sua paciência testada pela arrogância do irmão mais velho dele, Hiram. Alguém cujas histórias, a postura de descaso com a chegada das visitas e a implicância desnecessária com o irmão fazem Jade torcer o nariz, se segurando para não julgá-lo e falhando miseravelmente.
Hiram cursa direito e é capitão do time de natação da faculdade. É determinado, está sempre correndo atrás e conseguindo o que quer, e quando crava o olhar no rosto de Jade, em seus olhos verdes dignos de seu nome, algo dentro de si estremece. Merda.
Quando Jade faz a cobertura da final do interestadual de natação uma semana depois, na semiolímpica do campus, Hiram, a estrela do time, o olha como se buscasse nele por algo ainda não conquistado. A imagem arrogante de Hiram que Jade construiu antes de conhecê-lo começa a ruir. O rapaz descobre lados da vida do nadador, dúvidas e anseios que lhe são muito familiares.


Resenha: Contos Índios -Ruth Guimarães

14 dezembro 2020

Edição: 1
Editora: Faro Editorial
ISBN: 9786586041385
Ano: 2020
Páginas: 176
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         Livro cedido em parceria com a editora
Sinopse: Toda as histórias deste livro foram extraídas apenas de registros orais. São, portanto, inéditas do amplo trabalho de Ruth. Os contos resultaram de pesquisa de campo, no Médio Vale do Paraíba do Sul, estado de São Paulo, tendo como centro e pião a cidade de Cachoeira Paulista. E, dali, feitas coletas nas cidades vizinhas também, e no litoral. É, claro, vieram também de informantes de outros estados, com predominância de mineiros, donos de parte do Vale. A autora aproveitou cada reconto quando lhe foram apresentadas duas ou mais variantes, pois isso confirmava a sua aceitação, verdade e importância. Logo, tratou de escolher a variante mais elaborada, e com mais pormenores. Nada foi acrescentado, nada foi tirado, dos motivos básicos, da sequência, da filosofia. O que era moralizante continuou moralizante; todas as histórias permaneceram completamente isso mesmo que está aí. O que chega em suas mãos é um registro único, escrito por Ruth, que esteve cuidadosamente guardado por anos com seus filhos e que agora é oferecido à apreciação de todos.

Resenha: Fahrenheit 451 - Ray Bradbury

10 dezembro 2020

 

Edição: 2
Editora: Biblioteca Azul
ISBN: 9788525052247
Ano: 2013
Páginas: 216
Tradutor: Cid Knipel
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Sinopse: Escrito após o término da Segunda Guerra Mundial, em 1953, Fahrenheit 451, de Ray Bradubury, revolucionou a literatura com um texto que condena não só a opressão anti-intelectual nazista, mas principalmente o cenário dos anos 1950, revelando sua apreensão numa sociedade opressiva e comandada pelo autoritarismo do mundo pós-guerra. Agora, o título de Bradbury, que morreu recentemente, em 6 de junho de 2012, ganhou nova edição pela Biblioteca Azul, selo de alta literatura e clássicos da Globo Livros, e atualização para a nova ortografia. A singularidade da obra de Bradbury, se comparada a outras distopias, como Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, ou 1984, de George Orwell, é perceber uma forma muito mais sutil de totalitarismo, uma que não se liga somente aos regimes que tomaram conta da Europa em meados do século passado. Trata-se da “indústria cultural, a sociedade de consumo e seu corolário ético – a moral do senso comum”, segundo as palavras do jornalista Manuel da Costa Pinto, que assina o prefácio da obra. Graças a esta percepção, Fahrenheit 451 continua uma narrativa atual, alvo de estudos e reflexões constantes. O livro descreve um governo totalitário, num futuro incerto, mas próximo, que proíbe qualquer livro ou tipo de leitura, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo. Tudo é controlado e as pessoas só têm conhecimento dos fatos por aparelhos de TVs instalados em suas casas ou em praças ao ar livre. A leitura deixou de ser meio para aquisição de conhecimento crítico e tornou-se tão instrumental quanto a vida dos cidadãos, suficiente apenas para que saibam ler manuais e operar aparelhos. Fahrenheit 451 tornou-se um clássico não só na literatura, mas também no cinema. Em 1966, o diretor François Truffaut adaptou o livro e lançou o filme de mesmo nome estrelado por Oskar Werner e Julie Christie.